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terça-feira, 12 de novembro de 2013

Qual a diferença entre os cabos VGA, DVI e HDMI

   Muitos de vocês já devem ter se perguntado sobre esse assunto, principalmente quando se compra uma TV de plasma ou LCD que vem com várias entradas, muitas aceitam os três tipos de cabos para poder conectar notebooks a TV. Então vou tentar esclarecer um pouco para vocês a diferença entre esses três modelos de cabos.



  VGA (Vídeo Graphics Array)

   Este é o mais antigo de todos e o sinal que é transmitido ao monitor é analógico. Devido a este fato se o compararmos aos outros modelos mais modernos, o mesmo tem um significativa perda de resolução, esta perda é percebida principalmente nos gráficos mais avançados dos games ou vídeos de alta definição. 

   DVI (Digital Visual Interface)

   Este cabo serve somente para imagem, o áudio

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Como funcionam os sistemas operacionais: Interface do sistema operacional com o mundo

   Estamos chegando ao fim da série Como funcionam os sistemas operacionais, hoje vamos ver o último recurso que o sistema operacional gerencia, que é a interface com o o mundo.

   Existem as interfaces de aplicativos, que da mesma forma que os drivers fornecem uma maneira dos aplicativos utilizarem os subsistemas, as APIs, que são interfaces de programação de aplicativos, permitem que os programadores utilizem funções do computador e do sistema operacional sem conhecer todos os detalhes de operações da CPU. Vamos ver um exemplo da criação de um arquivo de disco rígido que armazena dados.

   Um programador está criando um aplicativo para gravar dados de um instrumentos científicos . Ele quer que o cientista possa nomear o arquivo criado. O sistema operacional pode fornecer um função API chamada MakeFile para criar arquivos. Ao escrever o programa, o programador pode inserir uma linha deste tipo:

   MakeFile [1, %Name, 2]

   Neste exemplo, a instrução diz para o sistema operacional que ele deve criar um arquivo que permite acesso aleatório aos seus dados, onde o número 1 é que estabelece esta opção, se fosse 0 não daria. O %Name, significa que o arquivo terá um nome criado pelo usuário e o número 2 define que o arquivo terá

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Como funcionam os sistemas operacionais: Como o sistema operacional gerencia os dispositivos

   No post anterior vimos como o sistema operacional gerencia o armazenamento e a memória, agora vamos ver como ele gerencia os dispositivos.
 
   O caminho entre o sistema operacional e todo o hardware que não está na placa-mãe passa por um programa especial chamado driver. A função principal do driver é funcionar como tradutor entre os sinais elétricos dos subsistemas de hardware e a linguagem de programação de alto nível do sistema operacional e dos aplicativos. Os drivers pegam os dados que o sistema operacional definiu como um arquivo e transforma-os em sequências de bits. Estes bits são armazenados em locais específicos dos dispositivos de armazenamento ou se transformam em pulsos de laser em uma impressora.

   O funcionamento dos drivers depende do tipo de hardware, mas a maioria dos drivers é executada quando o dispositivo é acionado, eles funcionam de maneira semelhante a qualquer outro processo. O sistema operacional dá prioridade aos drivers para que o recurso do hardware seja liberado e disponibilizado o mais rápido possível.

   Um razão para que os drivers sejam separados do sistema operacional é para que novas funções sejam adicionadas ao driver (e aos subsistemas de hardware) sem que o sistema operacional seja modificado, recompilado e redistribuído. O desenvolvimento de novos drivers, geralmente realizado ou pago pelo fabricante do subsistema (em vez do desenvolvedor do sistema operacional) melhorara as capacidades de entrada e saída de todo o sistema.

   O gerenciamento de entrada e saída está relacionado com o gerenciamento das filas e buffers. Funções de armazenamento especial pegam esses bits de um dispositivo, talvez um teclado ou uma porta USB, e os distribuem para a CPU em uma taxa lenta o suficiente para que sejam absorvidos. Esta função é especialmente importante quando muitos processos estão sendo executados e o processador está sobrecarregado. O sistema operacional diz para o buffer que continue coletando informações de entrada do dispositivo. Mas os dados não serão enviados para a CPU enquanto o processo que estiver usando a entrada não for suspenso. Então, quando o processo de obtenção de dados de entrada estiver ativo de novo, o sistema operacional vai dizer para o buffer que ele pode enviar dados. Este processo permite que um teclado ou um modem interajam com usuários externos ou computadores em alta velocidade, mesmo quando a CPU não pode executar informações de entrada destas fontes.

   Gerenciar os recursos do sistema do computador é uma boa parte da função de um sistema operacional e, no caso de sistemas operacionais de tempo real, este pode ser todo o trabalho. Para outros sistemas operacionais, o objetivo é fornecer, de maneira simples e consistente, poder de processamento para aplicativos e usuários.

   No próximo post, falaremos sobre a interface do sistema operacional com o mundo.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Como funcionam os sistemas operaiconais: Como o sistema operacional gerencia o armazenamento e a memória

   Na postagem passada vimos como o sistema operacional gerencia o processador, agora vamos ver como ele gerencia o armazenamento e a memória.
   Quando o sistema operacional gerencia a memória do computador, duas grandes tarefas precisam ser cumpridas, são elas:
  
   1 - Cada processo dever ter memória suficiente para ser executado. Ele não pode utilizar a memória de outro processo e outro processo também não pode utilizar a sua memória;
   2 - Os diferentes tipos de memória no sistema devem ser bem utilizados para que cada processo seja executado de forma eficaz.

   Para realizar a primeira tarefa, o sistema operacional tem de definir os limites de memória para cada tipo de software e aplicativo.
   Vamos pegar um exemplo: Vamos supor que criamos um pequeno sistema imaginário com 1 Gigabyte (1.000 megabytes) de memória RAM. Durante o processo de boot, ou inicialização, o sistema operacional do nosso computador imaginário vai utilizar toda a memória disponível. Depois ele 'recua' o suficiente para atender às necessidades do próprio sistema operacional. Vamos supor que o SO precise de 300 megabytes para rodar. Agora, o sistema operacional vai para o fim da memória RAM e distribui essa memória para diversos drivers necessários para controlar os subsistemas do computador. No nosso computador imaginário, os drivers ocupam 200 megabytes. Agora que o sistema operacional foi completamente

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Como funcionam os sistemas operacionais: Como o sistema operacional gerencia o processador

   Na postagem anterior vimos como funciona a inicialização do sistema operacional, agora vamos ver como ele gerencia o processador.
   As 2 principais funções do gerenciamento do processador são:
   1 - Garantir que cada processo e aplicativo recebam tempo suficiente do processador para funcionar corretamente;
   2 - Usar quantos ciclos de processador quanto possível para realizar as tarefas.
 
   A unidade básica do software com a qual o sistema operacional trabalha para organizar as tarefas realizadas pelo processador é representada pelo processo ou thread, dependendo do sistema operacional.
   Podemos até pensar em um processo como um aplicativo, mas isso dá uma ideia incompleta de como os processos se relacionam com o sistema operacional e com o hardware. O aplicativo que você vê (processador de texto, planilhas ou jogo) é, de fato, um processo. Porém, os aplicativos podem ativar outros processos para se comunicarem com outros dispositivos ou computadores. Também existe uma série de processos que são executados sem que você perceba. O Windows e o Unix podem executar, em background, dezenas de processos para lidar com a rede, gerenciar a memória e o disco rígido, verificar vírus, etc.
   Em resumo, um processo é um software que executa ações e pode ser controlado pelo usuário, por outros aplicativos ou pelo sistema operacional.
   São os processos, e não os aplicativos, que o sistema operacional controla e faz sua escala para que a CPU os execute. Em um sistema monotarefa, este trabalho é bastante simples. O sistema operacional permite que o aplicativo seja iniciado, suspendendo sua execução somente para tratar as interrupções e

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Como funcionam os sistemas operacionais: A inicialização do sistema operacional

   Depois de sabermos o que faz um sistema operacional e quais os tipos básicos existentes, vamos agora ver como é feita a inicialização do sistema operacional.
   Quando você liga o computador, o primeiro programa a ser executado é, geralmente, um conjunto de instruções armazenadas na memória ROM. Este código examina o hardware do sistema para ter certeza de que tudo está funcionando corretamente. Este autoteste, conhecido como POST (Power - On Self Test) verifica a CPU, a memória, a BIOS (Basic Input Output System - Sistema de Entrada e Saída Binário), procura por erros e armazena o resultado em uma memória especial. Ao completar o POST, o software carregado na memória ROM (às vezes chamado de BIOS ou firmware) ativa as unidades de disco do computador. Na maioria dos computadores modernos, quando o computador ativa o disco rígido ele encontra o trecho inicial do sistema operacional, conhecido como Bootstrat loader (sistema de inicialização).
   O Bootstrap loader é um pequeno programa que tem uma única função. Ele carrega o sistema operacional na memória e permite que ele comece a operar. Em sua forma mais básica, o bootstrap configura os pequenos programas de driver que fazem interface e controlam os vários subsistemas de hardware do computador. Ele configura as partes da memória que contêm o sistema operacional, as informações de usuário e os aplicativos. Ele também estabelece as estruturas de dados responsáveis pelos inúmeros sinais,

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Como funcionam os sistemas operacionais: Quais são os tipos de sistemas operacionais?

   Bom, já mostramos o que faz um sistema operacional, agora vamos ver quais são os tipos de sistemas operacionais básicos.
   Existem 4 tipos básicos de sistemas operacionais. Eles são divididos em grupos relacionados com o tipo de computador que controlam e o tipo de aplicativos que suportam. As categorias mais abrangentes são:

   - Sistema Operacional de Tempo Real (RTOS - Real-Time Operating System): É utilizado para controlar máquinas, instrumentos científicos e sistemas industriais. Geralmente um RTOS nos tem uma interface para o usuário muito simples e não é destinado para o usuário final, desde que o sistema é entregue como uma 'caixa selada'. A função do RTOS é gerenciar os recursos do computador para que uma operação específica seja sempre executada durante um mesmo período de tempo. Em uma máquina complexa, se uma parte se move mais rapidamente só porque existem recursos de sistemas disponíveis, pode ser tão catastrófico quanto se uma parte não conseguisse se mover porque o sistema está ocupado.

   - Monousuário, Monotarefa: O sistema operacional foi criado para que um único usuário possa fazer uma coisa por vez. O Palm OS dos computadores Palm é um bom exemplo de um moderno sistema operacional monousuário, monotarefa.

   - Monousuário, Multitarefa: Este tipo de sistema operacional é o mais utilizado em computadores de

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Como funcionam os sistemas operacionais: O que um Sistema operacional faz?

   Na postagem passada vimos uma pequena introdução sobre sistema operacional, agora vamos ver o que um sistema operacional faz.
   De modo mais simples, o sistema operacional realiza duas tarefas:
   1 - Gerencia os recursos de hardware e software do sistema. Em um computador de mesa, esses recursos incluem o processador, a memória, o espaço em disco, etc. Em um telefone celular, o sistema operacional gerencia o teclado, a tela, a agenda, a bateria e a conexação de rede;
   2 - Proporciona uma maneira estável e consistente para lidar com o hardware, sem ter de conhecer todos os detalhes do hardware.
 
   A primeira tarefa, que é o gerenciamento de recursos de software e hardware, é extremamente importante. Diversos programas e métodos de entrada de dados competem pela atenção da CPU (Unidade Central de Processamento) e demandam memória, espaço em disco e largura de banda de entrada e saída. O sistema operacional, então, faz o papel do bom pai. Ele cuida para que cada aplicativo tenha os recursos necessários para o funcionamento e gerência a capacidade limitada do sistema para atender a todos os usuários e aplicativos.

   A segunda tarefa é fornecer uma interface consistente para os aplicativos. A interface é especialmente importante se mais de um tipo de computador utiliza o sistema operacional ou se o hardware do computador

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Como funciona os Sistemas Operacionais - Introdução

   Nas próximos postagens vamos entender como funcionam os sistemas operacionais. Hoje começaremos com uma introdução e mostraremos a espinha dorsal do sistema operacional. Vamos começar então:

   INTRODUÇÃO
 
   Quem tem um computador, provavelmente já ouviu falar sobre os sistemas operacionais. Qualquer computador de mesa ou laptop que você compra normalmente já vem com o Windows instalado. Já os computadores Macintosh rodam os sistemas operacionais  OS X. Muitos servidores corporativos utilizam os sistemas operacionais Linux ou Unix. O sistema operacional (SO) é a primeira coisa que o computador carrega. Sem um sistema desse tipo, o computador se torna inútil.
   Recentemente começaram a surgir sistemas operacionais para pequenos computadores. Se você gosta de vasculhar os dispositivos eletrônicos, vai descobrir que existem sistemas operacionais em dispositivos que usamos todos os dias, de celulares a pontos de acesso sem fio. Os computadores nestes pequenos dispositivos se tornam tão poderosos que hoje eles rodam até sistema operacional e aplicativos. Um computador de um celular moderno é mais poderoso do que um computador de mesa de alguns anos atrás.
   Esta evolução faz parte de um processo de desenvolvimento natural. Geralmente, você pode fazer alterações no funcionamento de qualquer dispositivos que rode um sistema operacional. Como os sistemas operacionais são feitos de códigos portáveis, em vez de circuitos físicos permanentes, eles podem ser alterados sem que seja necessário descartar o dispositivo inteiro.
   Para os usuários de computadores de mesa, significa poder adicionar diversos recursos, como por exemplo, uma nova atualização de segurança, patch do sistema, novos aplicativos ou até mesmo um novo sistema operacional sem ter de comprar um novo computador. Quando você entende o funcionamento de um sistema operacional e sabe como configurá-lo, você pode fazer muitas mudanças no comportamento dele. Isso funciona tanto para o computador como para computadores.
   O objetivo de um sistema operacional é organizar e controlar o hardware e o software para que o dispositivo funcione de maneira flexível e previsível. E nos próximos posts vamos explicar o que um software precisa para ser chamado de sistema operacional e mostrar como funciona o sistema operacional do seu computador. Vamos começar nessa mesma postagem, mostrando qual é a espinha dorsal do sistema operacional.

   A Espinha Dorsal do sistema operacional

   Mas não são todos os computadores que têm sistemas operacionais, o computador que controla o forno micro-ondas não precisa de um, pois seu conjunto de instruções é bastante específico e simples (um teclado numérico e alguns botões com ações pré-definidas). Em outros dispositivos, o sistema operacional cria a possibilidade de:
   - Realizar uma variedade de tarefas;
   - Interagir com os usuários de forma complexa;
   - Acompanhar as necessidades que mudam com o tempo.

   Todos os computadores de mesa ou laptops, têm sistemas operacionais. Os mais comuns são os da família Windows, da Microsoft, o OS X, sistema operacional da Macintosh desenvolvido pela Apple, o Linux, sistema operacional desenvolvido por Linus Torvalds e pela comunidade de desenvolvedores de software open source, e a família UNIX de sistemas operacionais (que forma desenvolvidos por uma série de pessoas, empresas e colaboradores). Existem ainda centenas de outros sistemas operacionais desenvolvidos para aplicações específicas como mainframes, robótica, manufatura, sistemas de controle de tempo real e etc.
   O sistema operacional controla os aplicativos, faz o gerenciamento de entrada e saída, dos drivers de dispositivos, gerencia a memória, gerencia a CPU e o hardware.      
   Na próxima postagem falaremos sobre O que um sistema operacional faz.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

O que é Memória ROM e qual sua função

   A memória ROM (Read-Onli Memory), como o nome já diz é a memória somente de leitura. Portanto, só permite leitura, ou seja, suas informações são gravadas pelo fabricante uma única vez e não podem ser alteradas ou apagadas depois, podendo apenas ser acessadas. Ou seja, seu conteúdo é gravado de modo permanente.
   Basicamente, a função da memória ROM é oferecer dados apenas para leitura. Normalmente, a ROM é utilizada para armazenar firmwares, pequenos softwares que funcionam apenas no hardware para o qual forma desenvolvidos e que controlam as funções mais básicas do dispositivo.
   Na memória ROM de uma calculadora, por exemplo, podemos encontrar as rotinas matemáticas que o estudante pode realizar ao usá-la. Já no caso de celulares e computadores, elas carregam o sistema operacional e os softwares básicos do aparelho.
   Existem alguns tipos básicos de Memória ROM, que são:

   - PROM: (Programmable Read-Only Memory), que tem sua gravação feita por aparelhos especiais que

terça-feira, 15 de outubro de 2013

O que é e como usar a desfragmentação de disco?

   A desfragmentação de disco é o processo de consolidação de arquivos fragmentados no disco rígido do computador.
   Mas você deve estar pensando para que desfragmentar o disco?
   É que funciona assim: o seu disco rígido é dividido em vários setores, e quando você copia um arquivo para o computador, ele é armazenado de forma sequencial, por exemplo, vamos imaginar que você quer guardar 4 músicas no seu disco rígido, e por algum motivo você quiser apagar a segunda música, ficará um espaço em branco no seu disco. Quando você for copiar novos arquivos, o seu computador irá aproveitar esse espaço livre, e se não couber tudo o arquivo ali, ele irá fragmentar os arquivos por diversos setores, e isso torna o computador mais lento, porque toda vez que você for precisar de arquivo o disco rígido irá que sair procurando os fragmentos para junta-los e exibir o arquivo, lembrando que no disco rígido existem milhares de arquivos espalhados.
   Um exemplo para entender melhor a fragmentação é como se você estivesse lendo um livro e quando

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Como Ativar ou Desativar os Cookies

   Agora que já sabemos o que é e para que serve os cookies, vamos ver como ativar ou desativar eles.

   No GOOGLE CHROME
          1 - Clique no ícone do menu do Google Chrome  Chrome menu ;
          2 - Selecione Configurações;
          3 - Na parte inferior da página, clique em Mostrar configurações avançadas;
          4 - Na seção "Privacidade", clique em Configuração de conteúdo;
          5 - Ativar ou desativar cookies:
               . Para ativar os cookies, selecione Permitir a configuração de dados locais;
               . Para desativar os cookies, selecione Bloquear as configurações de quaisquer dados por                       sites.    

   No FIREFOX, a opção cookies são já vem habilitada por padrão

         1 - Se seu Firefox esta com o layout que tem o botão do Firefox faça o seguinte:
              Clique no botão Firefox, selecione Opções --> Opções;
              Se seu Firefox não tiver o botão Firefox, clique em Ferramentas --> Opções, na janela que abrir               clique em Privacidade;
         2 - Onde estiver escrito O Firefox deve: selecione Usar minhas configurações;
         3 - Marque a opção Sites podem definir cookies para ativar os Cookies, ou deixe desmarcado          

O que é e para que serve o Cookie

   Quando escutamos ou lemos a palavra cookie, logo pensamos que é um biscoito, uma bolacha, que é a tradução do inglês. Mas em informática cookie não que dizer biscoito, cookie em informática é um pedaço de texto que um servidor web pode armazenar no disco rígido do usuário. São utilizados pelos sites principalmente para identificar e armazenar informações sobre os visitantes.
   O conceito de cookie foi introduzido pela Netscape, mas foi um assunto muito debatido, pois além de facilitar o usuário salvando aquela senha dos seus fóruns ou sua rede social favorita, ele pode não ser seguro se usado em terminais públicos.
   O cookie é enviado como um cabeçalho HTTP por um servidor da Web para um navegador da web e, em seguida, é enviado de volta inalterado pelo navegador cada vez que acessa esse servidor. Um cookie pode ser usado para autenticação, controle de sessão, para armazenar as preferências do usuário, ou qualquer coisa que pode ser realizado através de armazenamento de dados textuais.
   Os sites e comércio eletrônico utilizam bastante os cookies por causa dos seus carrinhos de compra. Eles podem recomendar produtos com base nas suas buscas da última visita, ou armazenar os produtos que você adicionou no carrinho e não comprou. Também são utilizados para criar uma camada de sessão de usuário sobre HTTP que é sem estado.
   Muitas pessoas acham que os cookies violam a privacidade, pelo fato de armazenar informações do usuário, como também sobre a possibilidade de passar estas informações a terceiros. Além disto, eles podem coletar informações sobre o comportamento do usuário e gerar spams com as informações mais solicitadas. Por isso, a maioria dos navegadores modernos permite a seus usuários decidirem se querem ou não aceitar cookies em seus computadores, a fim de evitar qualquer tipo de inconveniência.
Para saber como ativar e desativar os cookies acesse o link: Como ativar ou desativar os cookies.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

O que é, e para que serve a Memória Virtual?

   Não é novidade pra ninguém que a memória é indispensável para o funcionamento do computador e que quanto mais memória instalada, mais rápido é o seu desempenho. Mas o que pouca gente sabe é que o Sistema Operacional instalado também influencia no uso da memória. Vamos entender como ele faz isso.
   O que torna o uso da memória "útil" é a capacidade de gerenciamento que o Sistema Operacional faz dela, isso significa que ele deve ser capaz de priorizar os dados de acordo com o uso da máquina.
   O Windows trabalha com dois tipos de memória: a memória física e a memória virtual. A memória física, como sabemos, é a principal,  ela é a quantidade de RAM instalada na sua máquina. Já a memória virtual é uma espécie de memória auxiliar, utilizada em casos específicos. Essa memória funciona como um arquivo dentro do Disco Rígido.
   O Windows sabe o que deve ser enviado para a memória física e o que deve ser armazenado na memória virtual. Quando vai carregar na memória todos os softwares necessários para o funcionamento do sistema, o Windows respeita algumas regras:

   - A memória física recebe aquilo que o Windows considera essencial, como por exemplo, o próprio Sistema Operacional e os aplicativos que o usuário está executando no momento;
   - O restante, o que o Windows acredita que não será utilizado com urgência, ocupa espaço na memória

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Como fazer para que o Word digite uma frase de forma automática

   Muitas vezes estamos fazendo algum trabalho ou coisa parecida no Word e precisamos digitar uma mesma frase várias vezes no decorrer do texto, isso é até chato. Mas você sabia que tem como fazer o Word digitar a frase para você, com você digitando apenas parte dela?
   Suponhamos que você precise digitar uma frase, pode ser seu nome, por exemplo "João Augusto Serqueira da Silva Souza".
   Pois bem, esse é um nome grande. Então, em vez de ficar digitando todos os dias este nome, é possível "ensinar" ao Word a digita-lo automaticamente. Para isso, faça o seguinte:

   - Digite a frase que deseja tornar automática, no nosso caso o nome "João Augusto Serqueira da Silva Souza";
   - Selecione a frase e pressione as teclas ALT + F3;
   - Irá aparecer uma janela com uma parte desta frase selecionada (no caso, João Augusto), clique em OK;
   - Agora, toda vez que você digitar João, ou João Augusto, o Word irá exibir a frase completa em cima, e você deverá apenas confirmar apertando ENTER;
 
   Com isso a frase irá aparecer automaticamente no texto, e lhe poupara um pouco de tempo. 

  

Você sabe quantas linhas e colunas tem o Excel 2003 e 2007?

   Quem já se perguntou quantas linhas ou quantas colunas tem em uma planilha do Excel? Para quem está curioso para saber, vamos mostrar neste post.
   O Excel 2003 possui números diferentes em comparação ao Excel 2007 em diante.

   Número de linhas
      O Excel 2003 possui 65.536 linhas;
      O Excel 2007 possui 1.048.576 linhas.

   Número de colunas
       Excel 2003 possui 256 colunas;
       Excel 2007 possui 16.384 colunas.

   Número de células
       Excel 2003 possui 16.777.216 células;
       Excel 2007 possui 17.179.184 células.

   É isso, quem tinha curiosidade em saber essas informações, espero que tenham gostado.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Para que serve a tecla Scroll Lock?

   Você já deve ter se perguntado, para que serve a tecla Scroll Lock?
   Aqui vai a resposta: Scroll Lock é uma tecla (relacionada a um led que representa o seu estado ligado ou desligado) presente na maioria dos teclados dos computadores modernos. O seu comportamento depende do software que está em uso.
   A tecla foi criada pela IBM, e seu propósito era modificar a função das teclas direcionais. Quando o Scroll Lock estava ligado, as teclas direcionais rolavam os conteúdos de uma tela em modo texto sem mover o cursor, como o usual. Desta forma, Scroll Lock tem um função parecida com as teclas Num Lock e Caps Lock, isto é, habilita uma função secundária para um grupo de teclas.
   Atualmente, poucos programas modernos ainda utilizam o Scroll Lock, um exemplo, é o Microsoft Excel, que rola a tela sem modificar a célula ativa quando o Scroll Locl está ligado.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Por que as letras do teclado não seguem a ordem alfabética?

   Muitos de você já devem ter se perguntado, porque as letras do teclado não seguem a ordem alfabética?
   A resposta, acredite se quiser é: que o teclado que usamos hoje em dia - conhecido como QWERTY (por causa das seis primeiras letras da parte superior, na mão esquerda) - foi escolhido por tornar a digitação mais lenta. Isso aconteceu porque as primeiras máquinas, de tecnologia rudimentar, travavam os tipo quando a datilografia era muito rápida.
   Quando o impressor americano Christopher Latham Shole (1819 - 1890) inventou a máquina de escrever, em 1868, ele tentou ordenar as letras em ordem alfabética, como acontece na segunda fileira de letras do teclado, onde temos uma sequência quase completa: DFGHJKL. As mudanças de posição foram feitas para forçar o datilógrafo a bater as teclas numa velocidade adequada, sem embaralhar os tipos. Por isso o E e o I, duas letras mais frequentes na língua inglesa, foram retiradas da segunda fileira, a mais acessível. A letra A, outra das mais comuns, ficou relegada ao dedo mínimo esquerdo, o menos hábil de todos.
   Em 1932, depois de 20 anos de estudos, August Dvorak, também americano, criou o teclado que leva o seu nome, extremamente eficiente para a língua inglesa: 3.000 palavras podem ser escritas com as letras da fileira principal (contra 50 no teclado QWERTY) e a mão direita é a mais usada. Alguns fabricantes chegaram a realizar competições entre os dois teclados para determinar qual era o melhor. Infelizmente, o datilógrafo que usou o QWERTY havia memorizado o teclado inteiro, enquanto o outro ainda catava milho.
   Por conta disso, o QWERTY acabou se tornando padrão industrial e assim permanece até hoje.
  

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

O que é Backbone?

   Em redes de computadores, o Backbone (em portugês, espinha dorsal) designa o esquema de ligações centrais de um sistema mais amplo, tipicamente elevado. É a rede principal, a espinha dorsal da internet.
   Também é responsável por enviar e receber dados entre a cidades de seu país ou para países de fora. Para que a velocidade de transmissão não seja lenta, o backbone utiliza o sistema dividir para conquistar, pois ele divide a grande espinha dorsal em várias redes menores.
   Para entender melhor vamos a um exemplo: quando você envia um e-mail ou uma mensagem pelo Facebook, as informações saem do seu computador, passando pela rede local para depois "desembocar" no backbone. Assim que o destino da mensagem é encontrado, a rede local recebe os dados para então repassar para o computador correto.
   Para visualizar melhor o conceito de backbone, pense nele como uma grande estrada, que possui diversas entradas e saídas para outras cidades (redes menores). Nesta estrada, trafegam todos os dados enviados na internet, que procuram pela cidade certa a fim de entregar a mensagem. Entenderam.
   No Brasil, as empresas que prestam este tipo de serviço são: Brasil Telecom, Telecom Italia, Telefônica, Embratel, Global Crossing e a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP).
   Outra curiosidade é que alguns países podem bloquear o acesso a certos sites, por exemplo, o país não que que a população acesse o Youtube. Isso é possível porque os sites , no submundo dos bits, nada mais são do que números de identificação, uma vez que esses códigos identificadores forem bloqueados o backbone não pode enviar seu conteúdo, o país inteiro fica sem autorização para acessar as páginas bloqueadas.
   Embora não pareça complicado, bloquear um site para um país inteiro não ter acesso ao conteúdo, não é uma tarefa muito trivial. Mas uma vez feita, é praticamente impossível burlar a segurança.
 

terça-feira, 1 de outubro de 2013

O que é Topologia de Redes e quais os principais tipos?

   A Topologia de rede é o padrão no qual o meio de rede está conectado aos computadores e outros componentes de rede. Resumindo, é a estrutura topológica da rede e pode ser descrito fisicamente ou logicamente.
   Há várias formas nas quais se pode organizar e interligar cada um dos nós (computadores) na rede. A topologia física é a verdadeira aparência ou layout da rede, enquanto que a lógica descreve o fluxo dos dados através da rede.
    As categorias básicas de topologia de rede são:

   A Topologia física: representa como as redes estão conectadas (layout físico) e o meio de conexão dos dispositivos de rede (nós ou nodos). A forma com que os cabos são conectados, e que genericamente chamamos de topologia de rede (física), influencia em diversos pontos considerados crítico, como a flexibilidade, velocidade e segurança.

   A Topologia lógica: refere-se à maneira como os sinais agem sobre os meios de rede, ou a maneira como os dados são transmitidos através da rede a partir de um dispositivo para outro, sem ter em conta a interligação física dos dispositivos. Topologias lógicas são frequentemente associadas à métodos e protocolos. Topologias lógicas são capazes de serem reconfiguradas dinamicamente por tipos especiais de equipamentos como roteadores e switches.

   Referente a topologia física vamos ver alguns tipos de topologias e suas vantagens e desvantagens:

  

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Qual a diferença entre as principais categorias de Rede de Computadores

   Vamos ver hoje sobre as 3 principais categorias que são dividas as redes de computadores. Já deixando claro que a diferença está relacionada às distâncias que cada uma tem de alcance.
   As redes de computadores usualmente são divididas em três categorias, relativamente à sua área de cobertura, temos as redes LAN (Redes de Área Local), as MAN (Redes de Áreas Metropolitanas) e as WAN (Redes de Área Alargada ou Redes de Longas Distâncias).
   Vamos ver um pouco sobre elas:

   LAN: em inglês Local Area Network, é o nome que se dá a uma rede de caráter local, cobrem uma área geográfica reduzida, tipicamente um escritório ou uma empresa, a LAN interliga um número não muito elevado de entidades. São usualmente redes de domínio privado.

   MAM: em inglês Metropolitan Area Network, esta rede é de caráter metropolitano, liga computadores e utilizadores em uma área geográfica maior que a abrangida pela LAN, porém menor que a abrangida pela WAN. Uma MAN normalmente resulta na interligação de várias LANs, cobrindo uma área geográfica de média dimensão, tipicamente um campus ou uma cidade/região, podem ser redes de domínio privado ou público. Pode estar inclusivamente ligada a uma rede WAN.

   WAN: em inglês Wide Area Network, como o nome indica é uma rede de telecomunicação que está dispersa por uma grande área geográfica. A WAN distingue-se de uma LAN pelo seu porte e estrutura de telecomunicação. As WAN normalmente são de caráter público, geridas por um operador de telecomunicações.

   Essas são as 3 principais categorias de redes de computadores, porém existem outras, mas fica para outro post.

  

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Significados de algumas siglas de Informática

   Quem nunca se deparou com siglas quando está procurando ou pesquisando coisas sobre informática?
   Essas siglas estão por toda a parte dos conteúdos relacionados a Informática, mas qual o significado delas? Elas são abreviações do que?
   Vamos descobrir o que significa algumas mais conhecidas e outra que você talvez não tenha ouvido falar ainda:

   API: Application Programming Interface - Interface de Programação de Aplicações;
   BIOS: Basic Input Output System - Sistema Básico de Entrada e Saída;
   CAD: Computer Aided Desing - Desenho/desing Auxiliado por Computador;
   CEO: Chief Executive Officer - Diretor Executivo ou Diretor Geral;
   CIO: Chief Information Officer - Diretor de Informção;
   CODEC: Coder/Decoder - Codificador / Decodificador;
   DTV: Digital Television - Televisão Digital;
   FTP: File Transfer Protocol - Protocolo de Transferência de Arquivos;
   GPS: Global Positioning System - Sistema de Posicionamento Global;
   GUI: Graphical User Interface - Interface de Usuário Gráfica;
   Para a sigla HD temos três significados que são:
   HD: High Density - Alta Densidade;
   HD: High Definition - Alta Definição;

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Como excluir um arquivo do computador direto sem passar pela lixeira

   Deletar arquivos - fotos, vídeos, planilhas, texto, etc.., direto do computador sem precisar serem colocados na lixeira é uma boa opção para quem quer ganhar tempo e economizar mais espaço no HD.
   Entretanto, deve-se tomar bastante cuidado ao utilizar esse tipo de operação, pois, pode-se apagar acidentalmente algum arquivo importante e dependendo do tempo ou da quantidade de coisas que forma deletados, muitas vezes não haverá a possibilidade de recuperá-lo.
   Vamos lá então ver como fazer isso:

   Uma das formas mais simples de apagar um arquivo diretamente é selecionando o arquivo que deseja excluir e apertar a seguinte combinação de teclas CTRL + Shift + Delete.

   Pronto, desse forma o arquivo é excluído sem passar pela lixeira.
   Outra forma de fazer esse tipo de exclusão é a seguinte:

   Clique com o botão direito do mouse no ícone da lixeira e selecione a opção Propriedades, na caixa de diálogo que aparecer marque a opção "Não mover arquivos para a lixeira. Remover arquivos imediatamente quando excluídos." Feito isso clique em OK.

   OBSERVAÇÃO: A segunda forma foi testada apenas no Windows 7, podendo haver variações em outras versões do Windows.  

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

O que são Sistemas de Arquivos e quais existem?

   Sempre quando formatamos um computador na hora de selecionar qual formatação fazer? Qual sistema de arquivos usar? Isso no Windows XP como mostra a imagem abaixo:


   Mas o que é sistema de arquivos?
   Sistema de Arquivos é o modo como os dados serão organizados e listados no disco. É como se o sistema operacional tivesse uma 'lista' com os dados que serão acessados no disco, para ficar mais fácil localizá-los depois. Com os dados bem listados e bem organizados no disco rígido, a busca posterior desses dados será mais ágil e mais fácil, além de ficar bem mais rápido. É como se fosse um "mapa" para encontrar dados dentro do disco rígido, então o sistema operacional vai direto na parte onde o dado está alocado, ao invés de abrir todos os dados para verificar qual é o solicitado.
   Embora um único sistema operacional possa detectar e trabalhar sobre vários tipos de sistemas de arquivos, só poderá ser usado um único tipo de "organização" (sistema de arquivos) por partição. O sistema de arquivos é definido somente na formatação (Exceção: alguns sistemas antigos, como o Windows 95 e 98 permitem alterar o sistema de arquivos de FAT para FAT32).
   Agora vamos ver quais sistemas de arquivos existem, são eles:

   FAT: É um dos tipos de sistemas de arquivos que já foi mais utilizado no mundo, e atualmente é suportado por todos os tipos de sistemas operacionais. É um sistema de arquivos antigo (foi criado em 1987), então tem algumas limitações, sendo as mais visíveis ao usuário: A possibilidade de criação de partições (unidades lógicas) com no máximo 2 GB por unidade, e o nome do arquivo limitando-se a oito caracteres principais de nome e três caracteres representando a extensão. Por isso, em sistemas de arquivos com FAT instalado, você facilmente verá os arquivos representados por exemplo como, EXEMPLO.TXT ou EXEMPTE~.TXT, sendo que o til ("~") representa que o nome do arquivo estourou a quantidade de caracteres permitidos para o nome de arquivo. Os sistemas MS-DOS, Windows 3.x e o Windows 95 usam

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Como colocar senha em arquivos do Excel 2010

   Muitas vezes você quer proteger o conteúdo de algum arquivo que contém informações importantes, mas não sabe como fazer isso, vamos mostrar como colocar senha no arquivo do Excel 2010. Esse é um ótimo recurso para proteger suas planilhas como uma senha, impedindo que o arquivo possa ser aberto e alterado por qualquer pessoa.
   Para proteger é simples basta na seguir os passos abaixo, depois de ter feito ou aberto uma planilha:

   PASSO 1: Clique em Arquivo, e na opção Salvar Como:

  
  
   PASSO 2: Na janela que abrir que é a Salvar Como, defina:
   1 - O local a ser salvo o documento;
   2 - O nome do arquivo;
   3 - Clique em ferramentas;  
   4 - Escolha "Opções Gerais".

   
  
    PASSO 3: Na janela de Opções Gerais aparecerá o seguinte:

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

O que é e como funciona o Bluetooth?

   Bluetooth é o nome dada à tecnologia de comunicação sem fio, que permite a transmissão de dados e arquivos de maneira rápida e segura através de aparelhos de telefone celular, notebooks, câmeras digitais, consoles de videogames digitais, impressoras, teclados, mouses e até fones de ouvido, entre outros equipamentos.
   Agora que já sabemos o que é o Bluetooth, vamos ver como ele funciona.

   Como funciona o Bluetooth?
  
   Esse sistema utiliza uma frequência de rádio de onda curta, possui baixo alcance e consome pouca energia. Quando estão dentro do raio de alcance, os dispositivos podem ser encontrados independentemente de sua localização, permitindo até que estejam em ambientes diferentes, dependendo da sua potência para que isso ocorra.
   Existem três classes de Bluetooth, cada uma com potência e alcance diferentes, essas classes são:

   Classe 1:  tem o alcance de 100 metros e uma potência máxima de 100 mW (miliwatt).
   Classe 2 : tem o alcance de 10 metros e uma potência de 2,5 mW. 
   Classe 3: tem o alcance de 1 metro e uma potência de 1 mW.

   Também vamos ver agora quais programas que suportam o uso de Bluetooth.
   Existem diversos programas que se utilizam do Bluetooth e que podem facilitar o uso ou dar mais funcionalidades à maneira como você utiliza alguns dispositivos. Vamos citar alguns, como por exemplo, o Bluetooth PC Dialer, que faz ligações do seu celular a partir de um computador; o MobTime Cell Phone Manager 2007, que permite a você gerenciar seu celular a partir do computador; e o BlueAuditor, que possibilita o gerenciamento de redes sem fio através do Bluetooth.

   Espero ter ajuda você a entenderem um pouco mais sobre Bluetooth, qualquer dúvida deixe um comentário, que estaremos respondendo.

O que é um Sistema RAID e quais os seus principais níveis?


   O Sistema RAID é uma tecnologia que combina vários discos rígidos (HD) para formar uma única unidade lógica, quando os dados são gravados eles são repartidos entre os discos RAID, dependendo do nível que se esteja a utilizar, esta tecnologia trás mais agilidade e segurança ao sistema ao qual foi implementado.
   O RAID necessita de um conjunto de dois ou mais discos rígidos com dois princípios básicos: acelelar o carregamento de dados de disco através através  da técnica chamada de divisão de dados (data stripping ou RAID 0) e/ou deixar o sistema de disco mais seguro através da técnica chamada de espelhamento (mirroring ou RAID 1), essas técnicas podem ser usadas isoladamente ou em conjunto.

   Quais os principais níveis de RAID?

   RAID 0 (Striping): No RAID 0 todos os HDs passam a ser acessados como se fossem um único drive. Ao serem gravados, os arquivos são fragmentados nos vários discos, permitindo que os fragmentos possam ser lidos e gravados simultaneamente, com cada HD realizando parte do trabalho. Isso permite melhorar brutalmente a taxa de leitura e de gravação e continuar a usar 100% do espaço disponível nos HDs. O problema é que no RAID 0 não existe redundância. Os HDs armazenam fragmentos de arquivos, e não arquivos completos. Sem um dos HDs, a controladora não tem como reconstruir os arquivos e tudo é perdido. Isso faz com que o modo RAID 0 seja raramente usado em servidores.

   RAID 1 (Mirroring): No RAID 1 são usados dois HDs (ou qualquer outro número par). O primeiro HD armazena dados e o segundo armazena um cópia exata do primeiro, atualizada em tempo real. Se o primeiro HD falha, a controladora automaticamente chaveia para o segundo HD, permitindo que o sistema continue funcionando. A desvantagem em usar RAID 1 é que metade do espaço de armazenamento é sacrificado.

   RAID 0+1:RAID 0+1 é uma combinação dos níveis 0 (striping) e 1 (mirroring). No RAID 0+1 os dados são divididos entre os discos e duplicados para os demais discos. Assim temos uma combinação da performance do RAID 0 com a tolerância à falhas do RAID 1. Para a implantação do RAID 0+1 são necessários no mínimo 4

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

O que é Plugin?

   Quase todo usuário de computado utiliza o plugin, mas nem percebe, a não ser que algum dos plugins instalados no seu computador de problema. Mas afinal o que é um plugin?
   Em informática, um plugin (também conhecido por plug-in, add-in, add-on) é um programa de computador usado para adicionar funções a outros programas maiores, provendo alguma funcionalidade especial ou muito específica. Geralmente são pequeno, leves e não comprometem o funcionamento do software e são de fácil instalação e manuseio.
   Qualquer um que já tenha assistido a algum filme pela internet deve ter instalado pelo menos um plugin em seu computador. A maioria dos navegadores não é capaz de exibir filmes no formato Flash e precisam adicionar uma ferramenta para fazer isto. Mas as funções dos plugins são muito mais vastas do que se imagina, eles podem oferecer a possibilidade de serviços inusitados e funções de todos os gêneros. Um exemplo de plugin é o Adobe Flash Player, muito utilizado para poder ver os vídeos do Youtube.
   Mas não pense que qualquer programa aceita plugins, é preciso que ele tenha compatibilidade para estas ferramentas. Os principais software que utilizam extensões são o Mozilla Firefox, o Internet Explorer, o Google Crhome, Outlook, Thunderbird e mensageiros.
    
           

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

O que fazer quando o computador reinicia sozinho!

   Muitos fatores podem fazer o computador reiniciar sozinho, para ajudar a descobrir a causa, vamos ver os principais motivos e causas, e também como solucionar o problema.

   1 - Superaquecimento:
   Para proteger o processador e evitar o superaquecimento as placas-mãe mais modernas tem um dispositivo que desliga o computador para evitar danos irrecuperáveis.
   Para ver como está a temperatura da placa-mãe e do processador direto no Setup da BIOS vá em Hardware Monitor, ou use um programa como o Everest que tam´bem colhe essas informações dos sensores da placa-mãe. Se a temperatura estiver alta, veja se o cooler do processador está funcionando corretamente.
   Se ele estiver girando muito devagar, ou tiver parado, troque o cooler e veja se o problema foi solucionado.
   Pode ser que o cooler esteja muito sujo e a pasta térmica do processador muito seca, para verificar isso, retire o cooler e o dissipador de cima do processador, limpe bem com um pincel o cooler e limpe a pasta térmica do dissipador e do processador com muito cuidado para não danificar nada, aplique uma nova pasta térmica no dissipador e remonte tudo no lugar, verifique se resolveu o problema.

   2 - Memórias:
   A maioria dos erros atualmente estão relacionados a falhas na memória. E é comum que o computador reinicie por causa desses erros.
   Primeiro verifique se a memória está limpa e bem encaixada no slot. Passe uma borracha branca macia

Qual a diferença entre Java e Javascript?

   Vamos começar deixando claro que Javascript não tem nada a ver com Java.
    É certo que as duas linguagens tem uma origem comum. Mas atualmente, são produtos totalmente distintos e tem entre si apenas uma relação de sintaxe.
   Vamos ver algumas diferenças principais entre estas duas linguagens:

   O compilador
   JAVA: Para programar em Java necessitamos de um Kit de desenvolvimento e um compilador .
   JAVASCRIPT: Não é uma linguagem que necessite que seus programas se compilem, eles se interpretem por parte do navegador quando este lê a página.

   Orientado a Objetos
   JAVA: É uma linguagem de programação orientada a objetos.
   JAVASCRIPT: Não é orientada a objetos, isto quer dizer que você pode programar sem necessidade de criar classes, tal como se realiza nas linguagens de programação estruturada como C ou Pascal.

   Propósito
   JAVA: É muito mais potente , porque Java é uma linguagem de propósito geral, com a qual você pode fazer aplicações variadas.
   JAVASCRIPT: Somente podemos escrever programas para ser executados em páginas web.

   Estruturas fortes
   JAVA: É uma linguagem de programação fortemente tipada, isto que dizer que ao declarar uma variável teremos que indicar seu tipo e não poderá mudar de um tipo a outro automaticamente.
   JAVASCRIPT: Não tem essa característica, e você pode colocar em uma variável a informação que desejar, independente do tipo desta. Além disso, você poderá mudar o tipo de informação de uma variável quando quiser.

    Como vimos Java é mais complexo, mas também é mais potente, robusto e seguro, tem mais funcionalidade que o Javascript. Mas cada um atende as as necessidades para que foram criados.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

O que é Java?

   O Java é uma tecnologia usada para desenvolver aplicações que tornam a web mais divertida e útil. O Java não é a mesma coisa que o javascript, que é uma tecnologia simples usada para criar páginas web e só é executado no seu browser.
   O Java permite executar jogos,, fazer uploads de fotos, bater papo on-line, fazer tours virtuais e usar serviços, como treinamento on-line, transações bancárias on-line e mapas interativos. Se você não tiver o Java, muitas aplicações e websites simplesmente não funcionarão.
   Por default, o Java avisará a você automaticamente que novas atualizações estão prontas para serem instaladas. Para manter-se atualizado e proteger seu computador, é importante aceitar e instalar essas atualizações.

O que é Programação Orientada a Objetos (OOP)?

   A Programação Orientada a Objetos, ou OOP (Objetct-Oriented Programming) pode ser considerada uma extensão quase natural da Programação Modular. A OOP foi concebida no início da década de 70, a primeira linguagem de programação a implementar sistematicamente os conceitos de OOP foi a linguagem SIMULA-68, em seguida surgiu a linguagem Smaltalk - criada por Xerox, que pode ser considerada a linguagem que popularizou e incentivou o emprego da OOP.
   Se consideramos a Orientação ao Objeto como um novo paradigma de desenho de software, devemos considerar, também, uma nova maneira de pensar, porque apesar de a escrita do código continuar sendo procedural, alguns conceitos mudam radicalmente: a estruturação e o modelo computacional.        
    Fundamentalmente o que se deseja com esta metodologia são basicamente duas características: reutilização de código e modularidade de escrita; e nisto a OOP é imbatível quando comparada com as metodologias antigas. Em termos de modelo computacional podemos dizer que enquanto as metodologias tradicionais utilizam o conceito de um processador, uma memória e dispositivos de I/O para processar, armazenar e exibir as informações, a OOP emprega um conceito mais real, mais concreto, que é o de Objeto.
   Uma definição para objeto seria a de um "ente" ativo dotado de certas características que o tornam "inteligente", a ponto de tomar certas decisões quando devidamente solicitado. Outra definição mais formal para objeto poderia ser: uma unidade dinâmica, composta por um estado interno privativo (estrutura de dados) e um comportamento (conjunto de operações). 
   Mas para ser considerada um linguagem Orientada a Objetos a linguagem tem que atender a quatro conceitos, que são: Abstração, Encapsulamento, Herança, Polimorfismo.
   Vamos ver um pouco sobre cada um desses conceitos:

terça-feira, 17 de setembro de 2013

O que é SGBD?

   SGBD significa Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados, em inglês Data Base Management System (DBMS) - é o conjunto de programas de computador (software) responsáveis pelo gerenciamento de uma base de dados . Seu principal objetivo é retirar da aplicação cliente a responsabilidade de gerenciar o acesso, a manipulação e a organização dos dados. O SGBD disponibiliza uma interface para que seus clientes possam incluir, alterar ou consultar dados previamente armazenados. Em banco de dados relacionais a interface é constituída pelas APIs (Application Programming Interface) ou drivers do SGBD, que executam comandos na linguagem SQL (Structured Query Language). 
   Tudo que fazemos em um banco de dados passa pelo SGBD, ele é responsável por tudo, salvar os dados no HD, manter em memória os dados mais acessados, ligar dados e metadados, disponibilizar uma interface para programas e usuários externos acessarem o banco de dados, encriptar dados, controlar o acesso a informações, manter cópias dos dados para recuperação de uma possível falha, garantir transações de banco de dados, enfim, sem o SGBD o banco de dados não funciona.
 
   O SGBD pode decompor-se em três subsistemas:
 
   - O sistema de gestão de arquivos: permite o armazenamento das informações em um suporte físico;
   - O SGBD interno: gerencia a emissão das informações;
   - O SGBD externo: representa a interface com o usuário.
 
   Vamos ver agora quais são os principais SGBDs :

   Borland Paradox;
   Filemaker;
   IBM DB2;
   Ingres;
   Interbase;
   Microsoft SQL Server;
   Microsoft Access;
   Microsoft FoxPro;
   Oracle;
   Sybase;
   MySQL;
   PostgreSQL;
   mSQL.
 
  
  

O que é, e qual a utilidade de um banco de dados?

   Um banco de dados, conhecido também como BD (em inglês DB, database) é uma ferramenta para coletar e organizar informações. Os bancos de dados podem armazenar informações sobre pessoas, produtos, pedidos ou qualquer outra coisa. Muitos bancos de dados começam como uma lista em um programa de processamento de texto ou planilha. Conforme a lista cresce, começam a aparecer redundâncias e inconsistências nos dados. Os dados se tornam difíceis de entender no formato de lista, e há limitações nas maneiras de pesquisar ou puxar subconjuntos de dados para analisar. Quando esses problemas começam a aparecer, é conveniente transferir os dados para um banco de dados criado por um sistema de gerenciamento de banco de dados.
   Um banco de dados computadorizado é um contêiner de objeto. Um banco de dados pode conter mais de uma tabela. Por exemplo, um sistema de rastreamento de inventário que usa três tabelas não é três bancos de dados, mas um banco de dados apenas que contém três tabelas. A menos que ele tenha sido criado especificamente para usar dados ou código de outra fonte de dados.
   Um banco de dados tem como utilidade permitir pôr dados à disposição de usuários para uma consulta, uma introdução ou uma atualização, assegurando-se dos direitos atribuídos a estes últimos. Isso é ainda mais útil quando os dados são cada vez mais numerosos.
   Um banco de dados pode se local, que dizer utilizável em uma máquina por um usuário, ou repartida, quer dizer que as informações são armazenadas em máquinas distantes e acessíveis por rede, como por exemplo em um servidor. A vantagem essencial da utilização dos bancos de dados é a possibilidade de poder ser acessada por vários usuário simultaneamente.

O que é SQL?

   Para começar você precisa saber que SQL não é um banco de dados, SQL é uma linguagem que significa Structured Query Language, em português: Linguagem de consulta estruturada. Seu foco principal é a consulta a dados.
   Os bancos de dados (ou gerenciadores de bancos de dados) nasceram antes da linguagem SQL e cada um tinha sua própria linguagem de consulta. Logo os usuários e fabricantes notaram que essa história não era interessante e optaram pela criação de uma única linguagem para consultar bancos de dados relacionais. O órgão American National Standards Institute (ANSI) ficou responsável pela padronização desta linguagem e de tempos em tempos realiza encontros entre fabricantes para discutir a linguagem SQL e propor melhorias, no entanto esta padronização não impede que cada fabricante personalize a linguagem SQL para atender suas necessidades, e é aí que surgem os dialetos. Por exemplo, o "dialeto" do gerenciador de banco de dados Oracle é o PL/SQL, o do SQL Server é o T-SQL (transact  SQL) e etc.
   O importante é que você não confunda linguagem SQL com gerenciadores de banco de dados, isso é um erro muito comum.
   O gerenciador de banco de dados , é um programa que gerencia banco de dados. Hoje exitem diversos gerenciadores de banco de dados disponíveis no mercado, como o Oracle, o Microsoft SQL Server, o PostgreSQL, entre outros. E todos utilizam a linguagem SQL para consultar dados.
   Então podemos concluir dizendo que SQL é uma linguagem de consulta de banco de dados relacionais. No mercado atual existem diversos sistemas gerenciadores de banco de dados relacionais, conhecidos também como SGBD, como exemplos temos o Oracle, Microsoft SQL Server, PostgreSQL, DB2, etc.. Estes gerenciadores utilizam a linguagem SQL para consultar os dados e podem adicionar soluções para atender suas particularidades e aí nascem os dialetos como PL/SQL, PL/pgSQL e o T-SQL.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

O que é extensão de arquivo e quais são?

   Sempre escutamos falar em extensão de arquivo, por exemplo, baixei um filme na extensão .avi, mas o que significa extensão de arquivos?
   Vamos ver abaixo:
   Extensão de arquivos são sufixos que designam seu formato e principalmente a função que desempenham no computador. No Windows todo tipo de arquivo tem sua extensão, que o difere dos demais dentre milhões existentes em cada máquina.
   Cada extensão de arquivo tem funcionamento e características próprias, portanto demanda um software específico para trabalhar com ela. Há extensões para os mais variados propósitos, vamos então ver quais são as mais utilizadas e algumas que talvez vocês não conheçam:

   .arj - um dos formatos de compressão mais antigos, ainda que hoje em dia não seja muito usado. O programa Unarj descomprime esses arquivos. 
    
   .asf - arquivo de áudio ou vídeo executável com o Windows Media Player.

   .asp - Active Server Pages. Formato de páginas Web, capazes de gerar conteúdo de forma dinâmica.

   .avi - arquivo de vídeo. É o formato dos arquivos DivX. Windows Media Player, Real Player One e The Playa são os mais usados para vê-los.

   .bmp - arquivo de imagem, pode ser aberto em qualquer visualizador ou editor de imagens. Sua desvantagem é o grade tamanho dos arquivos em relação a outros formatos otimizados. Provém do ambiente Windows.

   .bak - cópia de segurança. Alguns programas, quando realizam modificações em arquivos do sistema, costumam guardar uma cópia do original com essa extensão.

   .bat - é uma das extensões que junto com a .com e .exe indica que esse é um arquivo executável em Windows. Costuma executar comandos DOS.

   .bin - pode ser um arquivo binário, de uso interno para algumas aplicações e portanto sem possibilidade de manipulação direta, ou de uma imagem de CD, mas nesse caso deve ir unida a outro arquivo com o mesmo nome mas com a extensão .cue.

   .cab - formato de arquivo comprimido. Para ver o conteúdo é preciso usar um programa compressor/descompressor.

   .cdi -  imagem de CD gerada por DiscJuggler.

   .cfg - tipo de arquivo que geralmente serve de apoio a outra aplicação. Normalmente se escrevem nele as

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Fórmulas do Excel

   O Excel realiza várias fórmulas matemáticas, baseadas no conteúdo de uma ou mais células ou em valores previamente determinados na fórmula. Vamos ver as fórmulas para operações básicas.
   Mas antes de começar a fazer as fórmulas leve em consideração:

   - Toda fórmula inicia com o sinal de = (igual);
   - Para calcular valores do conteúdo entre duas células use : (dois pontos);
   - Para calcular valores aleatórios entre células separe as células com ; (ponto e vírgula).

   Vamos as operações básicas:

   Adição simples: =A1+A2

   Subtração: =A1-A2

   Multiplicação: =A1*A2

   Divisão: =A1/A2

   Agora vamos ver operações um pouco mais complexas: 

   Somar valores entre duas células: =soma(A1:A10)

   Somar valores aleatórios: =soma(A1;A3;A5)

   Cálculo de média: =media(A1:10)

   Valor mínimo: =minimo(A1:A10)

   Valor máximo:  =maximo(A1:A10)

  
   

O que significa o @ na composição do e-mail?

   Não se sabe o número exato de e-mails ativos hoje em dia na internet, mas estima-se que existam mais bilhões de e-mails.
   Todo mundo sabe a composição de um e-mail, normalmente é beltrano@servidor.com, alguns tem o .br. Mas você sabe o que significa o nos endereços de e-mails atuais?
   Vamos lá, na verdade a tecla @, como "Arroba" significa "At". Em português, falamos arroba por causa de um erro na tradução. Arroba na realidade é uma antiga unidade de medida que era equivalente a 14,69 Kg. Já o significado correto do @ é o "at", que em ingês que dizer "em" ou "no".
   Sendo assim, o arroba, ou melhor dizendo o "at", nos endereços de e-mail possuem o seguinte significado:

   beltrano@gmail.com = beltrano "em" ou "no" servidor gmail.com

   fulano@hotmail.com = fulano "em" ou "no" servidor hotmail.com

   Espero que tenham gostado de saber o significado do @.

Teclas de Atalho - Editores de Texto

   Vamos ver neste post teclas de atalho para Word:

   Menu Arquivo

   CTRL + O - Novo;
   CTRL + A - Abrir;
   CTRL + B - Salvar;
   CTRL + P - Imprimir.

   Menu Editar

   CTRL + Z - Desfazer;
   CTRL + R - Repetir;
   CTRL + X - Recortar;
   CTRL + C - Copiar;
   CTRL + V - Colar;
   CTRL + T - Selecionar todo o texto;
   CTRL + L - Localizar;
   CTRL + U - Substituir;
   CTRL + Y - Ir para.

   Outros

    CTRL + SETA PARA DIREITA -  Move o cursor para o início da próxima palavra;
    CTRL + SETA PARA ESQUERDA -  Move o cursor para o início da palavra anterior;
    CTRL + SETA PARA BAIXO -  Move o cursor para o início do próximo parágrafo;
    CTRL + SETA PARA CIMA - Move o cursor para o início do parágrafo anterior;
    CTRL + F4 -  Fecha documento ativo, fecha janela de programa. 








 

Teclas de Atalho - Caracteres e Parágrafos

   Vamos ver algumas teclas de atalho para formatar caracteres e parágrafos:

   CTRL + SHIFT + > - Aumenta o tamanho da letra;
   CTRL + SHIFT + < - Diminui o tamanho da letra;
   CTRL + SHIFT + A - Letras maiúsculas;
   CTRL + SHIFT + W - Sublinhado, mas só em palavras;
   CTRL + SHIFT + D - Duplo sublinhado;
   CTRL + SHIFT + K - Maiúsculas pequenas;
   CTRL + SHIFT + *   - Visualiza caracteres não imprimíveis;
   CTRL + SHIFT + C - Cópia formatos;
   CTRL + SHIFT + V - Cola formatos;
   CTRL + ]  - Aumenta tamanho da letra um ponto;
   CTRL + [  - Diminui tamanho da letra um ponto;
   CTRL + D - Formatação de fontes;
   CTRL + N - Negrito;
   CTRL + S - Sublinhado;
   CTRL + I - Itálico;
   CTRL + BARRA DE ESPAÇO - Remove formatação manual;
   CTRL + Q - Parágrafo simples abaixo;
   CTRL + 1 - Define espaçamento simples entre linhas;
   CTRL + 2 - Define espaçamento duplo entre linhas;
   CTRL + 5 - Define espaçamento entre linhas de 1,5;
   CTRL + ZERO - Remove um espaço entre linhas que antecedem um parágrafo;
  

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Diferença entre DHCP e BOOTP

   O protocolo bootstrap (BOOTP) é um protocolo de configuração de host desenvolvido antes do DHCP. O DHCP foi aperfeiçoado em relação ao BOOTP e resolve limitações específicas do BOOTP como um serviço de configuração de host.
   Antes de mostrar as diferenças dos dois protocolos, vamos ver o que eles tem de semelhanças, os elementos comuns são:

   - A estrutura do formato utilizada para cada protocolo para trocar mensagens entre o servidor e os clientes: Tanto o BOOTP quanto o DHCP usam mensagens de solicitação (enviadas por clientes) e mensagens de respostas (enviadas por servidores) praticamente idênticas. As mensagens em ambos os protocolos utilizam um único datagrama UDP (User Datagram Protocol) de 576 bytes para incluir cada mensagem de protocolo. Os cabeçalhos das mensagens são iguais no dois protocolos, com uma exceção: o campo do cabeçalho da mensagem final costumava ter dados opcionais. Para o BOOTP, esse campo opcional é chamado de área específica de fornecedor e está limitado a 64 octetos. Para o DHCP, essa área é chamada de campo opção e pode ter até 312 octetos de informações de opções.

   - Uso de portas UDP conhecidas para a comunicação entre cliente/servidor: O BOOTP e o DHCP utilizam as mesmas portas de protocolo reservadas para o envio e o recebimento de mensagens entre servidores e clientes. Os servidores BOOTP e DHCP usam a porta UDP 67 para ouvir e receber mensagens de clientes. Os clientes BOOTP e DHCP geralmente reservam a porta UDP 68 para aceitar respostas de mensagens de um servidor BOOTP ou DHCP.

   - Distribuição de endereço IP como parte integrante do serviço de configuração: Embora o BOOTP e o DHCP aloquem endereços IP para clientes durante a inicialização, eles utilizam métodos de alocação diferentes. O BOOTP geralmente fornece alocação fixa de um único endereço IP para cada cliente, reservando permanentemente esse endereço no banco de dados do servidor BOOTP. O DHCP normalmente fornece alocação dinâmica e concedida de endereço IP disponíveis, reservando temporariamente cada endereço de cliente DHCP no banco de dados do servidor DHCP.

   Agora que já vimos as semelhanças entre os dois protocolos, vamos ver as diferenças entre eles:






























   É isso pessoal espero ter ajudado a entender melhor as semelhanças e diferenças entre o BOOTP e o DHCP.

FONTE: Microsoft

terça-feira, 10 de setembro de 2013

O que é BIOS?

   BIOS significa Basic Input/Output System ou em português Sistema Básico de Entrada e Saída. É o mecanismo responsável por algumas atividades corriqueiras em um computador, mas que são importantes para o correto funcionamento da máquina. Se a BIOS não funcionar direito, o PC também não funcionará.

   Vamos ver o funcionamento da BIOS:

   A BIOS é responsável pela execução de várias tarefas executadas no momento em que você liga o computador até o carregamento do Sistema Operacional instalado na máquina.
   Ao iniciar o computador, a BIOS faz uma varredura para detectar e identificar todos os componentes de hardware conectados à máquina. Se estiver tudo OK, a BIOS então passa o controle para o sistema operacional e o boot acontece de verdade.
   É na BIOS que você pode visualizar e alterar algumas informações do seu computador, como ajustar o relógio do sistema, verificar a temperatura da placa-mãe e do processador ou conferir a velocidade com a qual o cooler está girando. Além disso, é por meio dessa ferramenta que você determina se o boot do computador será feito pelo disco rígido, driver de CD/DVD ou dispositivos USB. 
   Os famosos overclock e underclock, que nada mais são do que alterar a velocidade de clock do processador, também são feitos por meio da BIOS. Como você pode perceber, sem esse aplicativo é praticamente impossível iniciar uma máquina.
   Para garantir sua integridade, a BIOS fica dentro de um chip com memória ROM (memória somente de leitura), o que quer dizer que não pode ser alterada as suas características centrais, você não pode desinstalar a BIOS, por exemplo, apenas modificar as opções permitidas.
   Configurar a BIOS não é muito difícil, mas precisa ter cuidado para não modificar configurações que prejudiquem o funcionamento do computador.  

Como ativar cópia oculta no Outlook Express

   Você que usa o Outlook Express e quer mandar um e-mail com cópia oculta para alguém e não acha onde colocar, vou ensina a ativar a cópia oculta, é simples, siga os passos abaixo:

   Passo 1 -  Abra a caixa de 'Nova mensagem';
   Passo 2 -  Na caixa de nova mensagem você deve selecionar o menu 'Exibir';
   Passo 3 -  Ative a opção de 'Todos os cabeçalhos' e assim o campo 'Cco' irá aparecer.

   OBS: Para quem usa a versão em inglês o caminho é 'Create Mail' >> View >> All Headers.

   Pronto, agora a cópia oculta está ativa no seu Outlook Express.   

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Como funciona o DHCP

   O DHCP utiliza um modelo cliente/servidor, onde o administrador da rede estabelece um ou mais servidores DHCP que mantêm as informações de configuração de TCP/IP e as fornecem aos clientes. O banco de dados do servidor inclui o seguinte:

   - Parâmetro de configuração válidos para todos os clientes da rede;
   - Endereços IP válidos mantidos em um pool para serem atribuídos aos clientes, além de endereços reservados para atribuição manual;
   - Duração de uma concessão oferecida pelo servidor. A concessão define o período de tempo em que o endereço IP atribuído pode ser utilizado.

   Com um servidor DHCP instalado e configurado na rede, os clientes com DHCP podem obter os endereços IP e parâmetros de configuração relacionados dinamicamente sempre que iniciarem e ingressarem em uma rede. Os servidores DHCP fornecem essa configuração sob a forma de usam oferta de concessão de endereços para clientes solicitantes.
   O DHCP oferece três tipos de alocação de endereços IP:

   Atribuição manual - Onde existe uma tabela de associação entre o endereço MAC (MAC Adress) do cliente (que será comparado através do pacote broadcast recebido) e o endereço IP (e dados restantes) a fornecer. Essa associação é feita manualmente pelo administrador da rede, por consequência, apenas os clientes cujo endereço MAC constar nesta lista poderão receber configurações desse servidor;

   Atribuição automática - Onde o cliente obtêm um endereço de um espaço de endereços possíveis, especificado pelo administrador. Geralmente não existe vínculo entre os vários endereços MAC habilitados a esse espaço de endereços;

   Atribuição dinâmica - O único método que dispõe a reutilização dinâmica dos endereços. O administrador disponibiliza um espaço de endereços possíveis, e cada cliente terá o software TCP/IP da sua interface da rede configurados para requisitar um endereço por DHCP assim que a máquina arranque. A alocação utiliza um mecanismo de aluguel do endereço, caracterizado por um tempo de vida. Após a máquina se desligar, o tempo de vida naturalmente irá expirar, e da próxima vez que o cliente se conectar, o endereço provavelmente será outro.

   É isso pessoal espero ter ajuda a vocês entenderem melhor o funcionamento do DHCP, dúvidas podem ser deixadas nos comentários, assim como sugestões também.

O que é BOOTP?

   O BOOTP (Bootstrap Protocol) é um protocolo padronizado pela IAB, que permite a configuração automática de parâmetros de rede, porém sem a capacidade de alocar dinamicamente estes parâmetros, como faz o DHCP.
   Este protocolo fornece serviços auxiliares para TCP/IP, tanto no nível OSI de enlace quanto no de aplicação.
   As características do BOOTP são:

   - Simplificar a operação, todos os campos de dados no pacote possuem tamanho fixo;
   - Em caso de erro, o cliente é responsável pela operação do retry;
   - Quando falta energia em uma rede, na ocasião de seu retorno todas as máquinas reinicializam automaticamente;
   - Para evitar que os servidores recebam desnecessariamente os pacotes de respostas de outros servidores, são usados duas portas UDP diferentes para o pedido e a resposta. O servidor recebe o pedido na porta 67 e responde na porta 68;
   - O BOOTP não oferece o arquivo de Bootstrap, oferece apenas a sua localização;
   - Para carregar este arquivo, deve ser utilizado em outro protocolo de transferência de arquivos (TFTP).

O que é DHCP?

   O DHCP surgiu como padrão em Outubro de 1993. Em Julho de 2003 foi publicado a especificação para o IPv6. O DHCP é uma versão melhorada e estendida do BOOTP, funcionando, tal como este, em modo cliente-servidor e possibilitando a obtenção automática de endereços IP, nomes de servidores, máscara de sub-rede e gateway de defeito.
   O DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol) é um protocolo que permite que as diversas máquinas presentes na rede obtenham o seu endereço a partir da rede, para além de obterem outra informação de configuração essencial para o seu funcionamento como, por exemplo, o servidor de DNS e o Gateway que devem utilizar para comunicação como o exterior.
   Este tipo de serviço facilita enormemente o trabalho do administrador de sistemas e redes, que deixa de se preocupar como a distribuição de todos os endereços de rede. Este serviço é, assim, uma ferramenta essencial à configuração de redes de grandes dimensões, para a configuração de máquinas temporariamente ligadas à rede e para o suporte de mobilidade.
   Para saber como funciona o DHCP visite leia a página Como funciona o DHCP. neste blog.
  

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Que ruído é esse que faz no meu disco rígido?

   Vamos partir de que você está fazendo algo simples como um duplo clique no ícone de uma planilha do Excel, esse ato simples, em muitos computadores, pode levar de 20 a 30 segundo para executar, e durante todo este tempo o disco rígido está produzindo um ruído, a luz de acesso ao disco pisca e o dispositivo pode fazer um ruído de zumbido, assobio ou gemido alto. Se o mecanismo do dispositivo fizer barulho, você com certeza sabe que algo está acontecendo.
   Nos discos rígidos existe um braço que segura as cabeças de leitura e gravação. Este braço pode mover as cabeças para as trilhas perto do centro ou perto da borda do disco. O diâmetro de um disco normal é de aproximadamente 12.5 cm de diâmetro, este braço, portanto, pode se mover cerca de 5cm pela superfície do disco.
   A velocidade à qual se move este braço é incrível. O braço é muito leve, e seu atuador é poderoso e preciso, ele pode deslizar pela superfície do disco centenas de vezes por segundo se for preciso.
   S você pensar sobre como um alto-falante, não há muita diferença. Um alto-falante move um cone leve para frente e para trás centenas de vezes por segundo para gerar som. Quando o braço do disco rígido se move rapidamente para a frente e para trás, ele provoca vibrações que nossos ouvidos ouvem como sons.
   Por que, ao clicar numa simples planilha, as cabeças do disco devem se mover tanto (às vezes durante 20 ou 30 segundos)?
   Há três coisas que podem causar todo esse movimento:

   1 - Para iniciar um aplicativo de planilha como o Excel, o disco rígido deve carregar o próprio aplicativo junto com uma porção de DLLs (bibliotecas dinâmicas de ligação) que auxiliam o aplicativo. O tamanho total destes diferentes arquivos pode ser de 10 a 20 megabytes, e os arquivos estão espalhados por todo o disco. A carga de 20 megabytes de dados leva muito tempo e exige que as cabeças do disco se